Crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos que tiveram direitos violados ou precisaram ser afastados temporariamente do convívio familiar são atendidos nas Casas de Acolhimento Laura Vicuña e Anjo, em Petrolina. As unidades funcionam como serviço de proteção provisória, oferecendo moradia, alimentação e acompanhamento especializado enquanto a situação familiar é avaliada pela rede de proteção e pelo Judiciário.
De acordo com a Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome, os acolhidos recebem acompanhamento psicológico, pedagógico e de saúde, além de apoio para a continuidade dos estudos. A rotina inclui atividades educativas e recreativas, com foco no desenvolvimento emocional e social das crianças e adolescentes durante o período de acolhimento.
As casas contam com equipes técnicas formadas por profissionais das áreas social, psicológica e educacional. O trabalho envolve escuta qualificada e acompanhamento individualizado, seguindo as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelece o acolhimento institucional como medida excepcional e provisória.
O serviço integra a política municipal de assistência social e atende crianças e adolescentes encaminhados por órgãos como o Conselho Tutelar e a Justiça. O objetivo é garantir proteção imediata e contribuir para a reintegração familiar ou, quando necessário, para o encaminhamento a outras medidas previstas em lei.



