Miguel Coelho traria maior robustez à chapa de Raquel Lyra como representante do sertão, avalia deputado Renato Antunes

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Pré-candidato ao Senado Federal por Pernambuco, Miguel Coelho (União). Foto: Reprodução

Deputado estadual pernambucano disse que o pré-candidato ao Senado Federal e ex-prefeito de Petrolina traria força à chapa da governadora devido ao que ele denomina como “voto regionalizado”

Em entrevista ao programa Nossa Voz, desta sexta-feira (22), o deputado estadual pernambucano, Renato Antunes (Partido Novo), comentou sobre as articulações políticas de Raquel Lyra (PSD), no que diz respeito à disputa para o Senado Federal, dentro da chapa eleitoral da governadora.

Renato Antunes comentou sobre a disputa para a vaga ao senado dentro do grupo governista entre os pré-candidatos ao Senado Federal, Miguel Coelho (União) e Eduardo da Fonte (PP). Ele demarcou que seu partido oficializou a pré-candidatura do advogado Carlos Sant’Anna ao Senado por Pernambuco, mas disse que, pessoalmente, acredita no ex-prefeito de Petrolina como uma peça importante dentro das articulações políticas de Rachel Lyra no interior do estado.

“Eduardo da Fonte é um grande quadro e Miguel Coelho também é um grande quadro e eu acredito que Miguel, ele traria mais robustez a essa chapa porque, além da experiência de Miguel, ele traria aquilo que a gente chama do voto territorial, voto regionalizado. A gente teria uma representação do Sertão na chapa. Então essa é minha opinião, opinião do deputado Renato Antunes, que também não é a visão do Novo”, afirmou o deputado.

Deputado Estadual pernambucano, Renato Antunes (Partido Novo), em entrevista ao programa Nossa Voz, desta sexta-feira (22). Foto: Mídias Sociais

Antunes demarcou sobre a visão do partido Novo sobre a disputa ao Senado.

“O Dr. Carlos é um tributarista, uma pessoa de direita que que defende as nossas bandeiras, é aquilo que a gente acredita no papel de um senador que é essa articulação política em Brasília e que entenda que a salvação do país não está, simplesmente, na concessão de mais benefícios. Benefício é importante, mas tem que ser política transitória, não pode ser política permanente”, disse o deputado.

Renato Antunes informou que o Novo ainda não oficializou apoio à chapa de Raquel Lyra, mas disse que essa pode ser uma tendência natural, devido às ideologias do partido.

“A chapa da governadora o Novo ainda sequer manifestou se vai apoiar ou não. A gente tem conversado, dialogado, existe muita sinergia no trabalho. Uma coisa é certa, onde tiver o PT e o PSB, o novo está do outro lado. Então, nesse sentido, hoje, naturalmente, estaríamos com a governadora Raquel Lyra”, ressaltou Antunes.