Previsão inicial para liberação de desvio provisório emergencial da ponte sobre o Rio Brígida, em Orocó, é de 30 dias, diz DNIT

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Foto: Reprodução/Blog Didi Galvão

Departamento se manifestou após protesto pela liberação do desvio realizado na manhã desta quarta-feira na BR-116, no Trevo do Ibó, em Belém do São Francisco

Após manifestação de moradores, produtores, comerciantes e lideranças indígenas que interditou trecho da BR-116, em Belém do São Francisco, na manhã desta quarta-feira (2), com cobranças por agilidade na liberação de via alternativa no tráfego, após a interdição da ponte sobre o Rio Brígida em Orocó, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) se pronunciou.

Em nota enviada ao Blog Nossa Voz, o DNIT informou que está realizando serviços de limpeza e destocamento de árvores no local, relocação de cerca, ensecadeira para desvio do rio Brígida, enquanto equipes de topografia desenvolvem levantamentos e estudos técnicos para viabilizar a implantação de um desvio provisório emergencial para o tráfego de veículos.

O órgão reforçou que a interdição da ponte sobre o rio Brígida foi recomendada após avaliações técnicas e o monitoramento da estrutura identificarem alterações em seu desempenho estrutural. Segundo o DNIT, a liberação do desvio emergencial aos usuários deve ocorrer no prazo de 30 dias.

“A medida foi adotada de forma preventiva, visando garantir a segurança dos usuários. A previsão inicial para liberação do desvio provisório emergencial é de 30 dias”.

O DNIT informou ainda que segue acompanhando as condições de tráfego na região e realizando as avaliações necessárias para definir as próximas medidas. Novas informações serão divulgadas oportunamente pelos canais oficiais da autarquia.

Ponte está interditata desde 24 de agosto

A ponte sobre o Rio Brígida foi interditada pelo DNIT em 24 de agosto. Sem prazos para liberação da ponte, o órgão informou que a medida permanecerá em vigor até a conclusão das avaliações técnicas e a adoção das providências necessárias para assegurar condições adequadas e seguras de circulação na estrutura.

Após quase duas semanas de interdição, comerciantes e moradores da região apontam que a medida vem provocando impactos na rotina e na economia de municípios do Sertão do São Francisco, como Orocó e Cabrobó que, segundo eles, ficaram isolados com moradores tendo que percorrer longas distâncias nos desvios alternativos apresentados pelo DNIT, após a interdição da ponte.