
Declaração do candidato foi dada durante sabatina no programa Nossa Voz. Candidato disse ter sofrido perseguição política e que a rádio está no ar
O candidato a deputado federal por Pernambuco e presidente municipal do PL de Petrolina, Carlos Britto, falou sobre a Operação Espectro Livre, realizada pela Polícia Federal na emissora de rádio comandada por ele no município. Ele reafirmou que não é investigado pela PF e que houve espetacularização do caso.
“Essa operação é do ano de 2023. Em 2023, eu não tinha essa emissora de rádio. E vamos deixar claro, a operação não era da Polícia Federal. A operação era da Anatel. Como a Anatel é federal, quem dá guarida, segurança a ela, é a Polícia Federal. Mas aproveitaram para para fazer um circo”, afirmou.
Sem explicitar nomes, Britto disse ter sido vítima de perseguição política e que a PF não fez buscas em sua casa.
“Quando eu falo que é perseguição, que é um processo de 2023, eu não recebo nenhuma notificação, bota para andar. Mas quando alguém botou para andar é porque alguém pediu para que o processo andasse. Ninguém foi na minha casa, apesar de ter dito. Polícia Federal não foi na minha casa. Polícia Federal não pegou dinheiro na minha casa. A Polícia Federal não pegou jóia na minha casa. A Polícia Federal não fez nada. Não pegou documento. Nada. Não recolheu meu celular. Não recolheu o meu carro. Nada. Eu não entrei em carro de Polícia Federal”, disse.
Ainda de acordo com o candidato, a rádio não opera na clandestinidade.
“Sobre a rádio clandestina, foi uma nota criminosa que partiu da, eu vou chamar de imprensa suja […] Como é que é clandestina e a rádio está no ar? Essa parte ninguém disse de novo. Como é que a rádio clandestina está no ar, porque a Plena FM está no ar. Simplesmente, a gente estava dando entrada na mudança de endereço, só que você tem que dar entrada legalmente e está tramitando. Pronto, simplesmente a rádio está funcionando no local de origem. Não tem nada de clandestino, não tem nada”, reiterou.
Carlos Britto reforçou que não responde a nenhum processo na Justiça Federal.
“Eu não ando em terreno pantanoso, eu não faço coisa errada, eu não tenho irregularidade, eu não roubo nada, eu não tenho um processo de malversação de recurso, eu não tenho nenhum processo de investigação contra minha vida profissional, pessoal. Então o que aconteceu foi isso”.


