Mulher é atacada por cães de rua ao sair para igreja em bairro de Petrolina

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Uma mulher foi atacada por cachorros de rua na manhã deste domingo (15), no bairro Atrás da Banca, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Segundo relato enviado ao blog Nossa Voz, a vítima seguia para uma igreja católica da comunidade quando foi surpreendida pelos animais e acabou mordida na perna.

De acordo com a familiar da mulher, o ataque aconteceu enquanto ela caminhava pelas ruas do bairro. Os cães estariam circulando em bando pela região.

“No caminho para a igreja, foi atacada por vários cachorros de rua que circulam em bando pela comunidade. A situação só não terminou de forma mais grave porque vizinhos ouviram os gritos de socorro e correram para ajudar”, relatou a parente da vítima em mensagem enviada ao Nossa Voz.

Ainda segundo o relato, moradores afirmam que a presença de cães soltos e agressivos nas ruas tem sido frequente na comunidade.

“O problema já virou rotina. Moradores convivem diariamente com dezenas de cães soltos, agressivos e assustando quem passa pelas ruas”, acrescentou.

Moradores pedem fiscalização

A familiar também fez um alerta sobre uma residência localizada na Rua São Francisco, onde, segundo moradores, diversos cães estariam sendo mantidos sem os cuidados adequados.

De acordo com o relato enviado ao portal, os animais seriam alimentados e mantidos no imóvel, mas depois soltos nas ruas, o que teria contribuído para o aumento da agressividade.

“A comunidade faz um alerta à Vigilância Sanitária: é urgente fiscalizar quem se apresenta como protetor animal, mas não tem a mínima condição de cuidar dos animais. Na Rua São Francisco, há uma casa onde uma mulher alimenta e prende os cães, e depois os solta nas ruas o que os deixa ainda mais agressivos”, afirmou a familiar.

Moradores também relatam problemas como mau cheiro, sujeira e medo constante ao circular pelo local.

Ainda de acordo com a denúncia, a comunidade já teria feito registros e reclamações sobre a situação, mas afirma que nenhuma providência foi tomada até o momento.

“Denúncias já foram feitas várias vezes, mas nenhuma providência foi tomada. A pergunta que fica é: será preciso acontecer uma tragédia maior para que alguém tome uma atitude?”, questionou.