Secretaria de Saúde do município informou na manhã desta segunda-feira (1º) sobre estado de saúde da criança diagnosticada com Síndrome Respiratória Aguda Grave que precisará ser transferida de helicóptero para unidade hospitalar especializada
A Secretaria de Saúde de Juazeiro (Sesau) informou na manhã desta segunda-feira (1º) que segue acompanhando, de forma intensiva, o caso do bebê, de apenas um mês de vida, diagnosticado com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que está internado em estado crítico na Unidade Pediátrica (UPED) de Juazeiro.
Segundo a Sesau, apesar da transferência para uma unidade especializada já ter sido autorizada, a remoção ainda não pôde ser feita devido à instabilidade do quadro clínico da criança. A secretaria disse ainda que, desde o início do atendimento, a criança recebe assistência contínua de uma equipe multiprofissional, com monitoramento permanente e todos os cuidados necessários para a melhora do estado clínico apresentado.
A secretaria informou também que realizou todas as etapas necessárias para a regulação e remoção dentro dos protocolos estabelecidos.
“Uma aeronave destinada ao transporte do bebê chegou ao aeroporto de Petrolina para realizar o deslocamento, no entanto, houve uma desestabilização do quadro clínico do paciente, tornando a transferência inviável naquele momento”, disse a Sesau em nota, explicando que pacientes em estado crítico precisam apresentar condições mínimas de estabilidade para serem transportados com segurança.
De acordo com a Sesau, nessas situações, a prioridade médica é preservar a vida do paciente e reduzir os riscos de agravamento durante o trajeto. Diante desse cenário, a Secretaria informou que o bebê foi mantido na unidade, onde continua recebendo toda a assistência necessária. Desde então, a equipe da UPED, segundo a Sesau, permanece em constante comunicação com a Central de Regulação. “Ambas equipes encontram-se totalmente engajadas para efetiva regulação da referida criança”, informou a Secretaria.
A Sesau reforçou que permanece mobilizada e acompanhando o caso de forma permanente. “Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos de enfermagem e demais profissionais envolvidos seguem empenhados na recuperação da criança e na busca das melhores condições para que a transferência seja realizada assim que houver segurança clínica para o procedimento”, disse a nota.
A secretaria também informou que novas atualizações sobre o estado de saúde do bebê serão divulgadas conforme a evolução do quadro clínico e as avaliações realizadas pela equipe médica responsável.



