
Em entrevista durante sabatina ao programa Nossa Voz desta sexta-feira (28), o candidato ao governo de Pernambuco pelo Missão disse que seu fazer político, em caso de eleição, será voltado para o futuro do estado e falou sobre propostas para o combate a corrupção, segurança pública, saúde e educação
Eleições 2026 – O programa Nossa Voz recebeu nesta sexta-feira (28) o candidato, Renan Hallais (Missão), encerrando à série de entrevistas com os postulantes ao Governo de Pernambuco realizada pela Grande Rio FM 100,7 ao longo desta semana. Sob a mediação das apresentadoras Neya Gonçalves e Karine Paixão, o candidato participou de entrevista por meio de vídeo-conferência, com duração de 50 minutos.
Conheça algumas das propostas discutidas por Renan Hallais durante a entrevista:
Candidatura, experiência e alternativa à política tradicional
Ao justificar sobre o que o qualifica para um eventual mandato de governador e seus diferenciais de campanha, considerando que essa é sua primeira candidatura em uma disputa eleitoral, Renan Hallais destacou formação acadêmica e administrativa e disse que tem perfil de líder de grandes massas.
“Eu tenho uma formação acadêmica que é muito voltada em relação à administração. Eu já trabalhei em multinacional, eu já trabalhei em como servidor público também, já trabalhei fora do país. Em relação à experiência em administração, isso eu garanto que eu consigo fazer. Em relação também à liderança, isso eu também consigo fazer porque eu lidero um grupo de gente, é o maior movimento da direita em toda América Latina com MBL aqui, voltaram para Pernambuco, então, lideram uma massa de pessoas. Um grupo que hoje é muito trabalho voluntário, é muito difícil isso, a gente trabalha muito com ideologia, então assim, em relação a isso, eu estou muito tranquilo na minha capacidade de poder gerir Pernambuco”, afirmou.
Projeções à longo prazo para o estado
O candidato ressaltou que tem como meta fazer política à longo prazo. Sem detalhar medidas, disse que trabalhará, se eleito, para que Pernambuco esteja entre os treze estados mais ricos do país em 30 anos.
“E a nossa ideia, a nossa meta, nossa missão é conseguir mudar esse jeito de olhar a política. As pessoas hoje, elas não têm perspectivas, elas estão completamente movidas a estímulos. A gente criou uma sociedade que não pensa no futuro, não tem o planejamento do futuro e eu posso ver isso na própria classe política. Qual é o Pernambuco para daqui a 30 anos? Alguém consegue me responder isso? João e Raquel conseguem me responder qual é a visão de Pernambuco para deles daqui a 30 anos? Eu tenho. Eu quero que Pernambuco em 30 anos esteja entre os treze estados mais ricos do país”.
Na continuidade da resposta, Hallais mencionou sobre o potencial que enxerga em recursos naturais de Pernambuco e estabeleceu comparação com o estado de Santa Catarina ao falar sobre riqueza e capacidade econômica. O candidato também falou em transformar ‘dependência do governo federal’ em parceria.
“Isso é possível, por quê? Posso te dar alguns exemplos. Aqui tem o sol, então a gente consegue ter duas safras. A gente é mais próximo logisticamente da Europa e dos Estados Unidos […] Santa Santa Catarina é muito mais rica do que Pernambuco. Santa Catarina tem menos habitantes do que a gente. Então a gente tem muito mais capacidade de mão de obra para poder crescer economicamente e não ser mais dependente do governo federal, de ser assim uma parceria do governo federal e não uma escravidão”.
Segurança pública
Na área da segurança, o candidato do Missão disse que pretende estabelecer uma política de combate à facções.
“A gente vive em guerra. Essa história de que queremos paz, não tem como existir paz enquanto tem um lado oposto que quer a guerra. A nossa vida hoje é estipulada pela segurança pública. A gente tem que morar em condomínio fechado para ter segurança. A gente tem que ter cuidado de ter dois celulares no bolso para entregar um celular ruim para o bandido […] Hoje 12% do território de Pernambuco é controlado por facções, Petrolina está sendo tomada por conta de Juazeiro, vocês sabem sabem disso. E se a gente não fizer uma tratativa de um enfrentamento de guerra, de falar assim: “Ó, agora é guerra, então vamos para guerra. O Estado agora vai entrar e vai derrotar as facções criminosas. A gente vai perder o nosso país”.
O candidato afirmou que as facções também estão dentro da política e entrou em defesa das estratégias do aliado e candidato à presidência Renan Santos (Missão) ao declarar sem dar detalhes, durante a entrevista, que as medidas contra a violência serão duras.
“Cinco governadores presos, vários deputados e vereadores presos por ligações tanto com a milícia quanto com facções. A gente vai perder o nosso o nosso país? Então assim, o PT do Lula já foi, já se encontrou lá no Morro do Moinho, ele subiu no palanque com a irmã do dono do morro, que estava preso. E ela foi presa por facção. Ele se encontrou também em Brasília junto com Bolos, com a dama do tráfico. Ela foi presa também e ela foi para Brasília para defender o direito carcerário. Então, assim, a gente estava perdendo o nosso país. Então, o Renan Santos quando fala de segurança pública, você fala assim: “Ah, mas é muito radical”. Não é radical, as medidas precisam ser duras. O remédio realmente é amargo. E quanto mais demorar, mais amargo vai ser”.
Combate à corrupção
Renan Hallais disse que combaterá a corrupção no estado criando uma secretaria de fiscalização de prefeituras de câmaras municipais.
“A gente quer criar primeiro uma uma secretaria de fiscalização, por quê? A gente é muito atuante nas redes sociais, a gente percebe que, principalmente no interior, não existe uma fiscalização de fato, uma exposição do que está acontecendo […] Se eu consigo fiscalizar vereadores e prefeitos, não é que eu vou ficar expondo eles o tempo todo, porque senão também eu não vou conseguir ter uma relação boa. Mas eu preciso ter uma fiscalização, olha, eu vou começar a fiscalizar agora, tá? Vamos jogar junto?”, informou.
Outra medida apresentada pelo candidato é a criação de uma lei de responsabilidade gerencial que estabeleceria medidas de repasse financeiro a municípios que registrassem melhorarias em índices socioeconomicos.
“O que que eu quero trabalhar? Independentemente do seu partido a gente vai criar um plano de melhoria de indicadores para o seu para a sua cidade. Então, se você não melhorar, e eu não vou fazer nada de absurdo, mas se você melhorar educação, saúde, saneamento básico, tratamento, violência, diminuição de violência e também diminuição da dependência do Bolsa Família, logo eu estou falando de aumento de economia, o prefeito parar de investir em festas e começar a trabalhar em polos industriais, tentar trazer indústrias, se a gente começar a investir como estado, ajudar também em ferrovias, aí você vai ganhar mais repasse”.
Saúde e descentralização do atendimento no interior
Na área da saúde, Hallais disse que pretende garantir melhorias no gerenciamento de filas ao otimizar serviços com uso de recursos tecnológicos baseados em Inteligência Artificial (IA).
“Muitos políticos falam isso, há mais de décadas falam de descentralizar, mas a gente tem uma proposta de executar isso. Mesmo com o desafio do orçamento, que a gente não tem, é meio apertado, a gente com inteligência artificial e machine learning, a gente consegue reduzir os custos. Com IA, por exemplo, eu consigo ter um controle maior do estoque de todos os hospitais públicos. Isso eu consigo diminuir muito, drasticamente, desperdícios e perdas por conta de validade. Então a gente vai usar tecnologia a nosso favor”.
O candidato também disse que pretende mapear a demanda de saúde no estado com ferramentas de IA para definir estratégias de atendimento à população. A proposta, segundo ele, é baseada em projeto executado na saúde de São Paulo.
“A gente quer fazer a mesma coisa para Pernambuco. A gente vai ter como saber quanto de atendimento oncológico eu vou ter no Araripe, em Bodocó, em Ourocó, em Petrolina. Eu vou saber tudo e vou saber o que contratar de serviço nessas regiões. E as pessoas não vão mais precisar ficar vindo para Recife e elegendo o vereador safado riquíssimo, que é só eleito por conta disso. Então, a gente quer descentralizar nesse formato, criar um instituto aqui de Pernambuco para investir na meta para conseguir completar isso, são 22 instituições e ter esse mapeamento para conseguir reduzir custo e melhorar a eficiência do do tratamento”.
Desfavelização, urbanização e educação
Renan Hallais explicou sobre o uso do termo desfavelização presente em seus discursos de campanha e disse que pretende realizar a urbanização nas comunidades, além de combater facções presentes nesses territórios.
“Cada região, cada favela precisa ser atuada de alguma forma, uma forma diferente. Existem favelas que eu não preciso retirar ninguém de lá. Eu só vou tirar o faccionado de lá. Depois de tirar o faccionado, é só fazer urbanização, levar saneamento básico, reformar a casa das pessoas, não precisa nem construir habitação, a gente reforma a casa das pessoas. Para as pessoas não viverem um ambiente insalubre [..] A gente precisa mudar e acabar com a cultura da favela, como se isso fosse algo positivo. Como eu falei, eu nasci no Rio de Janeiro. Eu sei que é viver em uma. Eu não nasci em na em Copacabana, não morava em Copacabana, eu morava em Campo Grande, um bairro abandonado e largado do Rio de Janeiro, que é controlada pela milícia. Eu não quero viver esse medo, eu não quero que nenhum pernambucano viva esse medo”.
O candidato disse que pretende investir em educação no combate ao tráfico dentro das comunidades.
“E eu quero a polícia, a educação nesse lugar de presente para nunca mais um jovem cogitar a ideia de: “eu vou para o tráfico”. Não, você vai estudar, eu vou fazer a escola 360, eu vou educar o seu pai e sua mãe em relação à lei de escrever que muitos não não têm. Eu quero fazer com que a escola volte a ser um centro dentro da família, para a família se reunir no jantar na mesa e falar sobre como é que foi a escola, como é que está na aula”.
Veja a entrevista na íntegra
A entrevista completa com o candidato ao governo de Pernambuco, Renan Hallais (Missão), no programa Nossa Voz desta sexta-feira (28), está disponível no canal da Grande Rio FM, no YouTube, através do link.
Grande Rio FM, jornalismo que informa, debate e acredita na democracia. É isso, são 7 horas mais 34 minutinhos, hora de mais uma Sabatina aqui em nome de JR Tintas e da Copgrapes, cooperativa dos produtores de frutas do Vale do São Francisco. Hoje a gente conversa com Renan Alays, é candidato do Missão ao Governo de Pernambuco.
Está em sua primeira disputa majoritária e vem defendendo uma postura de alternativa aos grupos políticos tradicionais. Contador, empresário e liderança do MBL no estado, Renan disputa a sua segunda eleição depois de concorrer a vereador do Recife em 2024.
Aos 36 anos, encabeça a primeira candidatura do recém-criado missão ao governo de Pernambuco e se apresenta como alternativa, como né, bem colocou, tanto no campo governista quanto as forças políticas tradicionais. Seu programa aposta em segurança pública, industrialização, geração por resultados e no controverso conceito de desfavelização.
É sobre essas propostas e como elas funcionariam na prática que vamos conversar a partir e agora. As decisões que vão definir o futuro de Pernambuco e do Brasil passam por aqui. Fatos, entrevistas e análise. A corrida para as eleições 2026. Acompanhe aqui no Nossa Voz. Começando a partir de agora a contagem de tempo. Candidato Renan Alays, muito bom dia. Seja bem-vindo às rádios do sistema Grande Rio de comunicação.
Muito bom dia. Muito obrigado pelo convite. É um prazer estar aqui e poder conversar com vocês. Só Só uma correçãozinha, é, eu nunca fui candidato a vereador não. Eu não sei quem Alguma Alguma Alguma página falou isso, mas eu nunca fui candidato a vereador não. Primeira vez que você é candidata a alguma eleição e tô muito feliz de estar aqui com as portas para vocês terem aberto as portas para a gente. Muito bem, né? E mesmo não sendo, é, ou não, é, candidato ou tendo um mandato, o senhor já começa, né, essa disputa buscando um dos cargos maiores que é o governo de Pernambuco.
O que o qualifica, candidato, para dar esse salto diretamente para o governo de Pernambuco. E o que o eleitor pode esperar de diferente em um eventual governo de Renan Alays? Então, eu tenho uma formação acadêmica que é muito voltada em relação à administração. Eu já trabalhei em multinacional, eu já trabalhei em como servidor público também, já trabalhei fora do país. Em relação à experiência em administração, isso eu garanto que eu consigo fazer.
Em relação também à liderança, isso eu também consigo fazer porque eu lidero um grupo de gente, um maior é um maior movimento da direita em toda América Latina com MBL aqui voltaram para Pernambuco, então, lideram uma massa de pessoas uma massa
um grupo que hoje é muito trabalho voluntário, é muito difícil isso, a gente trabalha muito com ideologia, então assim, em relação a isso, eu estou muito tranquilo na minha capacidade de poder gerir Pernambuco.
Eu sei que realmente é um desafio muito grande no sentido de ah você nunca foi candidato e você já está tentando o governo do estado, não é que eu estou tentando, me ofereceram essa missão, Renan Santos, o candidato à presidência veio aqui, ofereceu esse caminho, me chamou, me convidou, eu aceitei esse desafio e eu confesso que eu também não vejo é os meus concorrentes. Pelo contrário, eu não vejo meus concorrentes com essa capacidade. E é estranho poder falar isso, mas é porque assim, aqui em Pernambuco criou-se uma cultura de lideranças políticas serem sangue azul.
Então, não existe uma porta de entrada para um jovem, por exemplo, que quer poder fazer diferença no bairro dele. Quem vai ser eleito no final do dia costuma ser sempre o filho de alguém. Eu posso pagar aí, por exemplo, Petrolina, a família com ele, então, é uma linhagem de da da da mesma família no poder. Eu posso comparar com Raquel, que o pai dela já foi governador do do de Pernambuco, que foi vice de Eduardo Campos. Eu posso ver João Campos, que é filho de Eduardo Campos, filho de Arraio. Se você pegar a propaganda de João, que eu tava ouvindo antes de entrar, ele remete sempre ao passado.
Então, assim, ambos, tanto o João quanto o Raquel, são eu falo que são traidores geracionais. Por quê? A geração política, eu não tô falando de direita e esquerda agora, de centro, eu tô falando de resultados. A geração política do passado entregou para minha geração e as próximas gerações o quê? Não tem ferrovia em Pernambuco, a gente não tem capacidade capacidade de compra, a geração deles tem. Tem capacidade de comprar um imóvel muito mais fácil do que a minha. Eu tenho que parcelar um imóvel em 120 anos. Sei lá, 60 anos, uma moto.
Eu tenho que parcelar pizza agora. Se você pegar, já saiu matéria já que o brasileiro tá parcelando pizza. 80, mais de 80% do brasileiro é endividado. O brasileiro hoje, a minha geração é escrava do crime organizado. Vê o exemplo que tá aí também, juazeiro tomado pelo crime organizado.
Porque a Bahia do PT e ontem assistiu Lula na Sabatina, não respondendo essa pergunta, quando perguntar, porque você é o presidente do PT há décadas, a Bahia tem mais tempo ainda de PT e não resolveu ele: “Ah, porque é porque não tem como resolver, nenhum governador resolveu”. Mas calma aí, a Bahia é três vezes pior, o Ceará tá dominado. Outro ponto, o Ceará em Santa Quitéria, o prefeito eleito, ele foi afastado por ligação com facção criminosa, o cara é do PSB, do mesmo partido do João Campos.
O cara colocou o próprio filho, como nas eleições suplementares, João Campos, já presidente do PSB, autorizou, então assim, Eu não consigo ver capacidade nem João, nem Raquel, porque é sempre não não gera resultado e eles representam o grupo, esse grupo de de uma geração fracassada. Então assim, a missão veio para a minha geração e as próximas gerações chegarem a um poder. Isso vai acontecer, pode não ser esse ano, isso mas isso vai acontecer.
Tanto que Renan já tá em terceiro lugar, eu já passei em pesquisa em terceiro lugar, mesmo sendo desconhecido. Então assim, a relação à capacidade, eu estou muito tranquilo, o que eu estou preocupado com a capacidade dos meus adversários, tanto é que que hoje a política, eu sinto que as pessoas estão sem esperança e eu vou tentar fazer de tudo para mostrar para você que a esperança ainda não desiste.
Candidato, o seu programa afirma que Pernambuco se tornou dependente de Brasília e que a pobreza foi usada por grupos políticos como ferramenta de poder.
Quais grupos o senhor acusa diretamente disso e que evidências sustentam essa afirmação que é bem grave? o PT, toda essa geração que eu tô falando de políticos, independentemente do partido, PSB, PDT, DEM, PL, antigo PSL, são sempre é é o mesmo grupo político. E se você parar, é só você ver o dia a dia. A sua vida melhorou, piorou, porque a vida deles pioraram.
Eu sou do Rio de Janeiro, a minha bisavó teve que sair daqui de Pernambuco com meu bisavô, minha bisavó de Bezerros, meu bisavô de Vitória de Santo Antão, tiveram que ir para o Rio de Janeiro tentar uma vida melhor. Eu não vejo essa necessidade para sobreviver, para melhorar de vida, esses políticos. Pelo contrário, eles estão muito bem de vida. É só você pegar os dados. Eu vou pegar agora o dado de própria Petrolina.
Dos 400.000 habitantes mais ou menos que tem aí hoje, quer dizer, há 3 meses atrás, 38% era no bolso estava no bolso da família. Agora é 58%, por quê? O Lula pegou todo mundo cadiúnico e botou no bolso da família para ganhar voto agora. Então, existe uma cultura de colocar a sociedade dependente do Estado. O O próprio João Campos tem uma proposta, aumentar o chapéu de palha, uma proposta do bizarro dele.
Olha como ele remete sempre ao passado, são sempre as mesmas políticas. Pernambuco não cresceu, não se desenvolveu. Pernambuco é escravo de Brasília sim, orçamentariamente. Se você parar para pensar, dos 90, do dos 100%, dos 61 bilhões de orçamento para esse, para esse ano, 97% já é indexado, não tem o que fazer. E eu estou falando só de política, eu estou falando também da da classe de servidores públicos que é elite.
Uma elite está lucrando, enriquecendo, enquanto eu não tenho capacidade A governadora Raíssa Oliveira não tem capacidade, por exemplo, de terminar a Transnordestina. Ninguém o governador tem. Tem que implorar para o Lula hoje, terminar a Transnordestina, que já era para estar pronta desde 2010. Já, já tá em 15 bilhões do orçamento, que era, era, no passado era 5 bilhões e nada foi feito.
Translatina é essa crucial para o Araripe, crucial para o região de Petrolina, de, é, é, toda região do Rio de São Francisco, o sertão do Rio de São Francisco. Então, assim, a gente vai crescer como? Porque o que eu vejo hoje são só políticas de assistencialismo. Eu quero que o pernambucano trabalhe, se desenvolva, prospere e a gente tem um plano para isso. A gente quer industrializar da Pernambuco. Posso dar outro exemplo de Petrolina. Do PIB de Petrolina, o maior PIB vem de serviço, em torno de 50%.
O agro, que é o que tá mudando a realidade de Petrolina, é só 11%. E máquina pública é 25%. Se eu pegar a indústria, 13%. Então assim, o que que eu preciso fazer com Petrolina, por exemplo? Eu preciso fazer com Petrolina tenha mais um PIB maior na industrialização. Automaticamente eu vou vou diminuir o a a máquina pública e vou aumentar também serviço. E aí a a cidade vai começar a enriquecer ainda mais, mas parece que do jeito que tá, tá bom. Vamos empurrando com a barriga. Vai chegar uma hora que tudo vai parar de funcionar, como já tá parando.
Então, as cenas próximos capítulos a gente tá a gente vai ver. Candidato, seu partido se apresenta como alternativa tanto ao lulismo quanto ao bolsonarismo. Só que a mesma quest, né, pesquisas que vem também mostrando aí a intenção de voto, mostra que que 50% dos eleitores pernambucanos preferem um governador aliado à Lula contra 29% que querem alguém independente.
O senhor está oferecendo ao eleitor uma alternativa que ele efetivamente procura ou tentando criar uma demanda que ainda não existe? É uma boa pergunta. É, a gente tá a gente precisa mudar a cultura do que de fazer política aqui em Pernambuco. Isso demora, isso depende de tempo. Obviamente isso pode ser acelerado, inclusive com a ajuda de vocês, da mídia de vocês, dando oportunidade para gente de falar.
E a nossa ideia, a nossa meta, nossa missão é conseguir mudar esse jeito de olhar a política. As pessoas hoje, elas não têm perspectivas, elas estão completamente movidas a a estímulos. A gente criou uma sociedade que não pensa no futuro, não tem o planejamento do futuro e eu posso ver isso na própria classe política. Qual é Qual é o Pernambuco para daqui a 30 anos? Alguém consegue me responder isso? João e Raquel consegue me responder qual é a visão de Pernambuco para deles daqui a 30 anos? Eu tenho.
Eu quero que Pernambuco em 30 anos esteja entre os 13 estados mais ricos do país. Isso é possível, por quê? Posso te dar alguns exemplos. Aqui tem o sol, então a gente consegue ter duas safras. A gente é mais próximo logisticamente da Europa e dos Estados Unidos. A gente e da América Central em todo, América do Norte, é, a gente tem mais, olha a comparação, com Santa Catarina. Santa Santa Catarina é muito mais rica do que Pernambuco. Santa Catarina tem menos habitantes do que a gente.
Então a gente tem muito mais capacidade de mão de obra para poder crescer economicamente e não ser mais dependente do governo federal, de ser assim uma parceria do governo federal e não uma escravidão. A gente fez três revoluções hoje para ser escravo de Brasil, independentemente do presidente e a gente precisa trabalhar isso e eu sei que eu sou desconhecido, eu sei do desafio, mas a gente não vai parar.
Agora que a gente tem um partido, a gente vai continuar martelando e a nossa ideia é convencer o máximo de pessoas possíveis, abrir os olhos das pessoas, explicar que olha, a sua vida está uma desgraça por conta de uma classe política que não fez o dever de casa.
E você ainda está preso, não passa passado de 2002, que foi na época do Bundas Commodities, achando que aqueles políticos daquela época que fez o Brasil ter uma sensação de que agora vai, não aconteceu, porque ganharam na loteria por conta da China, a China crescia 10% ao ano, o mundo todo crescia naquela época, até Venezuela crescia naquela época, era o momento de fazer o dever de casa, investir infraestrutura, era o momento da da Transcontinental estar pronta naquela época e não aconteceu, por quê? Eles torraram o dinheiro todo, é como se você tivesse ganho na loteria e tivesse gastado tudo.
Então assim, a gente precisa realmente construir a cultura política de Pernambuco. E a missão é crucial para isso, porque nós vamos criar novas lideranças e já estamos criando aí em Petrolina, eu tenho o Eric Muniz, que é o nosso candidato a deputado federal. Convido vocês a conhecer e a gente vai criar novas lideranças, não só em Petrolina, mas toda a região Pernambuco, do Sertão, do Agreste, da Zona da Mata, aqui na região metropolitana e aí a gente vai vencer esses oligarcas.
E o seu partido nacional, né, defende propostas ainda mais duras em relação são a segurança, assistência e relações trabalhistas. O eleitor pernambucano está votando apenas no plano estadual de Renan Alays ou deve entender que o senhor também dose integralmente o chamado livro amarelo de Renan Santos, onde o senhor converge e diverge do candidato a presidente do seu partido.
Eu concordo com tudo que o Renan Santos fala. Eu concordo com tudo que tá no livro amarelo, porque diferente dos outros partidos, nós realmente somos um partido. O resto é tudo legenda. Qual é a proposta do PL, do PSD? PSB é o quê? Mais saúde, mais hospital? Tá, como vai fazer isso? O PT também Não existe um projeto. A gente tem um projeto, a gente consegue ver, enxergar o que tá acontecendo mais para frente. Como você falou a questão da segurança pública. A gente vive em guerra.
Essa história de que queremos paz, não tem como existir paz enquanto tem um lado oposto que quer a guerra. A nossa vida hoje é estipulada pela segurança pública. A gente tem que morar em condomínio fechado para ter segurança. A gente tem que ter cuidado de ter dois celulares no bolso para entregar um celular ruim para o bandido.
A gente tá se adaptando a uma vida aonde acabaram de noticiar que uma moça foi morta agora aí na na Rua 45 um um eh era um tiro nela, a gente tá a gente tá à mercê de de facções criminosas, que tem a própria bandeira, tem o próprio as próprias músicas, tem o próprio exército, tem o próprio judiciário que controlam territórios que não deveriam ser controlados por eles e sim pelo Estado e cada vez que a classe política falha e não está presente nesses lugares, maior é a ampliação.
Hoje 12% do território de Pernambuco é controlado por facções, Petrolina está sendo tomada pela por conta de Juazeiro, vocês sabem sabem disso. E se a gente não fizer uma tratativa de um enfrentamento de guerra, de falar assim: “Ó, agora é guerra, então vamos para guerra. O Estado agora vai entrar e vai derrotar as facções criminosas. A gente vai perder o nosso país. A gente vai Você vai ficar cada vez mais escravo não só de eh da classe política, vai ser escravo também de faccionados. Faccionados hoje que estão na política, como eu dei o exemplo em Santa Quitéria.
O cara é prefeito, foi eleito, ele contratou o comando vermelho para ir para Santa Quitéria e ameaçar a população para votar nele, tem que tem pichações, é só botar no Google. Tem pichações no muro e falou: “Se não votar em é Braguinha, se eu não me engano, você será morto”. O cara foi eleito com mais de 80%. O cara do PSB, o PSB permitiu, o PSB permitiu que um faccionado pudesse sair candidato. Quantos Eu vou dar um exemplo do Rio de Janeiro.
Olha, cinco governadores presos, vários eh deputados e vereadores presos por ligações tanto com a milícia quanto com facções. A gente vai perder o nosso o nosso país? Então assim, o PT do Lula já foi já se encontrou encontrou já com a lá no Morro do Muinho, ele subiu no palanque com a com a irmã do dono do morro, que estava preso. E ela foi presa por facção. Ele se encontrou também em Brasília junto com Bolos, com a dama do tráfico. Ela foi presa também e ela foi para Brasília para defender o direito carcerário.
Então assim, a gente estava perdendo o nosso país. Então o Renan Santos quando fala de segurança pública, você fala assim: “Ah, mas é é muito radical”. Não é radical, as medidas precisam ser duras. O remédio realmente é amargo. E quanto mais demorar, mais amargo vai ser. E em quanto tempo o senhor resolveria essa questão da segurança? Inclusive, gostaria que o senhor também pontuasse um pouco em relação à política contra o feminicídio, que é um outro problema que não afeta somente aqui a capital, mas também as cidades aqui do interior, principalmente aqui no sertão.
A violência ela cresce em tudo. Então, o brasileiro tá morrendo, são 40.000 mortes por ano. Obviamente, o feminicídio acaba aumentando, porque a mulher é uma vítima mais fácil pro criminoso. E aí eu não tô falando só do criminoso que assalta, que abusa da da da das vezes da da menina. Hoje eu vi um vídeo em Vitória de Santo Antão, o cara pulou o muro e eis tu, uma senhora, uma cuidadora de idosos. Essas pessoas são bestializadas.
A gente precisa tratar elas como bestializadas, não não existe ressocialização para quem comete um crime como esse. Ou, por exemplo, o marido que agride a esposa e a esposa fica mercê aonde ela não consegue nem ter confiança de denunciar porque ela sabe que esse cara vai ser solto. Esses caras precisam ficar presos. Mas assim, é muito Tem que a gente tem que criar uma sensação para um criminoso pensar duas vezes assim: “Cara, eu acho que não compensa não”. Porque hoje não existe essa sensação. Hoje a sensação é: “Eu cometi um crime e vou ser solta”.
Eu já a sensação é pior. O agressor, que agride a própria esposa, por exemplo, às vezes ele nem sabe que ele é um agressor. Na cabeça dele, ele nem é um agressor. Para ele aquilo ali é natural. Então a gente tem que reeducar a população. Meta para isso, depende muito. O Renan Santos sendo presidente, ele já falou que vai investir 1.9 bilhões, com reformas que a gente vai que ele vai fazer, então não é um dinheiro que vai vir do nada, ele vai fazer reformas para ter esse dinheiro, tirar da elite dos servidores públicos, do Ministério Judiciário e começar um trabalho de desfabelização.
Então, como governador e sabendo do problema orçamentário, a gente vai ter que atuar junto com as prefeituras. Então, a Guarda Municipal Armada tem um braço junto com a Polícia Civil, junto com a Polícia Militar e aí junto com a Polícia Federal como é o presidente e a e o exército, a gente começar entrar nessas regiões que estão controladas Hoje Pernambuco é 12% ainda não é um trabalho tão difícil
Enquanto comparado a Bahia, por exemplo, e o Ceará, que é muito, a porcentagem é muito maior, então acredito que em um ano a gente consegue sim, porque não são operações que precisa demorar. Eu preciso entrar na comunidade, exemplo, Ibirapuera, destruir o o comando vermelho e recuperar aquele território e aí depois desfavorecer. Entrar com o estado ali para nunca mais ter o risco, e principalmente com a educação, para nunca mais ter o risco de voltar a ter o a facção ali. Então, é um trabalho em conjunto que precisa ser executado com rapidez.
Então, acredito que com Renan Santos, e ele, eu acredito que ele vai ser o presidente, a gente consegue fazer em 1 ano cumprir essa meta de recuperar todo o território de do Pernambuco e começar uma nova fase de favelização.
E o senhor já afirmou aqui, inclusive, que não quer alinhamento, nem com lulismo, nem com bolsonarismo, mas caso seja eleito o governador e Renan Santos não chegue à presidência, inevitavelmente o senhor terá que negociar, né, com Lula ou com Flávio ou qualquer outro presidente que seja eleito.
Como separar a independência política de isolamento institucional, especialmente no estado que depende fortemente de recursos federais, como o senhor também já reconheceu. É, não é, eu não não é que eu não queira alinhamento política precisa ser feita, porque a democracia envolve parcerias com outros partidos e sentar para conversar. Isso é uma coisa. Eu não defendo nem Lula nem Bolsonaro, porque eu não vejo neles um um futuro.
Porque a gente já não tem um presente e eles já estão no poder há muitos anos. Querendo ou não, Bolsonaro já foi presidente da república. Então não teve resultado e com o Lula mais de 22 anos também não teve resultado. Até agora ele tá prometendo a famosa picanha que não está vindo. Eu ser crítico a eles não quer dizer que eu não que eu não posso sentar e conversar com os deputados que tem emenda, com os vereadores, com os prefeitos. O que a gente vai mudar é a forma de trabalhar. Exemplo, eu não quero na minha secretaria ninguém corrupto.
Isso é uma opção minha que eu posso ter e isso não não impede de sentar com outros partidos e exigir que se a indicação deles for em alguém honesto, vamos trabalhar em conjunto. Porque a gente realmente precisa trabalhar em conjunto que o Flamengo tem que estar acima de qualquer opinião minha de eu ser contra ou a favor de um partido ou outro. A gente vai ter que sentar para conversar, o Flamengo tem que ser maior. A minha defesa, como você falou, é isso, aumentar a receita, ter uma independência para a gente não se escrave também nesses grupos políticos.
Quanto mais o executivo tem orçamento, menos dependente que ele vai ser. Hoje é um trabalho de mudança de perspectiva de Pernambuco. Então a gente vai ter sim que conversar e compor. Isso é natural. Agora, eu deixo claro aqui que eu não sou nem petista, nem bolsonarista. A gente é uma nova opção, uma opção nova para justamente mudar essa lógica.
E por isso que a gente precisa formar também novas lideranças e o Partido da Minstério tem essa essa missão também, encontrar pessoas do interior que vamos formar elas com os nossos valores, ver se elas realmente são competentes, se elas não são corruptas, como Não é o caso de corrupção, mas a gente expulsou uma menina agora que ia ser candidata em Limoeiro, a Natália, porque ela queria fazer dobradinha com um um político local. A gente não quis isso, mesmo teoricamente isso isso sendo a favor para a gente, para a gente ganhar voto com isso.
O voto que a gente não ia ter, então assim, a gente não pode fracassar e não pode errar. Sentar e conversar e fazer política é uma coisa. Agora, a gente não quer compactuar com corrupção com erro. A gente quer A gente tem um compromisso com o acerto. Então, a gente vai trabalhar compor com essa visão. Qual seria o seu modelo, né, de atuação de combate à corrupção. A gente quer criar primeiro uma uma secretaria de fiscalização, por quê?
A gente é muito atuante nas redes nas redes sociais, a gente percebe que, principalmente no interior, não existe uma fiscalização de fato, uma exposição do que tá acontecendo. Um exemplo, Lagoa do Carros, eh o prefeito colocou uma manicure como secretária, eu não lembro se é da educação ou da saúde, porque a manicure ela é ligada à família dele. O meu candidato, João Constância, ele foi, mesmo ele nunca tendo sido eleito, ele fez uma denúncia no Ministério Público, o Ministério Público ordenou ele demitir essa manicure porque ela não tem capacidade técnica.
Então, se eu consigo um vídeo, ele fez um vídeo e conseguiu isso e uma denúncia. Se eu consigo fiscalizar vereadores e prefeitos, não é que eu vou ficar expondo eles o tempo todo, porque senão também eu não vou conseguir ter uma relação boa. Mas eu preciso ter uma fiscalização, olha, eu vou começar a fiscalizar agora, tá? Vamos jogar junto? E aí, o outro ponto é a minha proposta que a lei de responsabilidade gerencial, que é uma adaptação do que Renan também quer fazer para o Brasil e tudo.
Hoje, a o repasse estadual não obrigatório é baseado em negociações. Se você me apoiar, eu te dou mais repasses. Se você não me apoiar, eu não vou te dar repasses. Como aconteceu que Recife, obviamente, é contra Raquel, Raquel não deu nenhum repasse para Recife. Bem Recife também já tem muito orçamento, não precisaria, mas, enfim. O que que eu quero trabalhar? Independentemente do seu partido, prefeito, a gente vai criar um plano de melhoria de indicadores para o seu para a sua cidade.
Então, se você melhorar, e eu não vou fazer nada de absurdo, mas se você melhorar educação, saúde, saneamento básico, tratamento, violência, diminuição de violência e também diminuição da dependência do Bolsa Família, logo eu tô falando de aumento de economia, é o prefeito parar de investir em festas e para e começar a trabalhar em polos industriais, tentar trazer indústrias, se a gente começar a investir como estado, ajudar também em em ferrovias, aí você vai ganhar mais repasse.
Então, o repasse vai estar vinculado a melhoria de resultados equipiais. E assim que tem que ser. O governador, mesmo tendo a independência dos poderes, o governador precisa ser o gestor dos gestores. E as emendas precisam entrar nisso. E o que eu vou dar em troca a esses políticos que não são da missão é o reconhecimento político.
Olha, eu vou lá, vou inaugurar e falar assim: “Olha, esse cara aqui, do PT, que eu, dei o PT, ó, esse cara aqui do PT, mandou a emenda para cá, a gente construiu isso aqui e não teve corrupção e eu consigo comprovar porque minha minha secretaria de fiscalização fiscalizou, a gente ficou no pé e deu tudo certo, conseguimos concluir a obra antes do prazo. É isso que eu quero fazer, porque hoje as pessoas estão glorificando políticos por entregarem obras que são atrasadas, que são superfaturadas.
E assim, é obra, não é nada mas difícil não, tá? É só você abrir a citação, fiscalizar e pagar. E o E os políticos ainda erram com isso. Então, assim, a gente tem que começar a mudar a lógica de que fazer política em Pernambuco. Então, eh as minhas proposta para para aplicar isso são isso, a lei de responsabilidade gerencial e o meu minha fiscalização que eu vou ter na minha secretaria. Falando de saúde, candidato, o senhor fala também aqui em descentralizar a saúde.
Petrolina já funciona como polo regional e recebe pacientes, inclusive, de vários municípios. O que exatamente a gente mudaria na rede de saúde aqui para o nosso sertão, caso seja eleito, para reduzir a necessidade de deslocamento, inclusive aqui para capital Recife. Exatamente. A gente Muitos políticos falam isso, há mais de décadas falam de descentralizar, mas a gente tem uma proposta de executar isso.
Mesmo com o desafio do orçamento, que a gente não tem, é meio apertado, a gente com inteligência artificial e machine learning, a gente consegue reduzir os custos. Com IA, por exemplo, eu consigo ter um controle maior do estoque de todos os hospitais públicos. Isso eu consigo diminuir muito, drasticamente, eh desperdícios e perdas por conta de validade. Eh, então a gente vai usar tecnologia a nosso favor.
Hoje, as maiores causas de morte são doenças crônicas não transmissíveis, que é oncologia, câncer, eh diabetes e as e hoje aqui em Recife, o Hospital do Câncer Recife atende 55% de todo Pernambuco. Logo, alguém que mora no interior, ele precisa Olha Olha que loucura. Ele precisa ligar para o vereador para o vereador arrumar um ônibus ou um carro para para poder levar a pessoa da de lá do interior vir para cá e esse vereador ganha o voto e é eleito sempre por conta disso. É É muito cruel isso. Então, a gente quer descentralizar.
São Paulo fez o quê? Para descentralizar? Eles criaram a rede EB Camargo, que é uma uma instituição pública aonde, ao invés de construir o hospital em si, ela vai ele investe nas instituições que já existem. Então, tanto o Santa Casa, quanto o hospital eh público e ele centraliza a informação. Então, ele consegue saber todos os casos de oncologia de todo todo o estado. Então ele pega do mais grave ao menos grave a região, onde a pessoa mora.
Então ele já sabe mapear quanto de atendimento ele vai precisar em todo São Paulo. A gente quer fazer a mesma coisa para Pernambuco. Eu quero saber A gente vai ter A gente vai ter como saber quanto de atendimento oncológico eu vou ter no Araripe, em Bodocó, em Ourocó, em Petrolina. Eu vou saber tudo e vou saber tá, eu preciso contratar tanto de serviço nessas regiões. E aí as pessoas não vão mais precisar ficar vindo para Recife e elegendo o vereador safado riquíssimo, que é só eleito por conta disso.
Então a gente quer descentralizar nesse formato, criar um instituto aqui de Pernambuco para investir em hoje na meta para conseguir completar isso, são 22 instituições e ter esse mapeamento para conseguir reduzir custo e e melhorar a eficiência do do tratamento. Então esse é o nosso norte em relação à saúde. E, candidato, o senhor tem usado o termo desfavelização e afirmou que país sério não tem favela.
O que exatamente Desapareceria no governo seu, a favela enquanto território, a precariedade urbanística ou as comunidades que hoje vivem nesses locais. Cada região, cada favela precisa ser atuada de alguma forma, uma forma diferente. Existem favelas que eu não preciso retirar ninguém de lá. Eu só vou tirar o faccionado de lá.
Depois de tirar o faccionado, é só fazer urbanização, levar saneamento básico, fazer, fazer, reformar a casa das pessoas, não precisa nem construir habitação, a gente reforma a casa das pessoas. Para as pessoas não viverem um ambiente insalubre. Eu fui agora na comunidade aqui em em Carpina, chamada Santo Antônio, aonde a a reunião, vamos dizer assim, era para falar sobre as o problema das mães atípicas, né? Da falta de da do estado em relação a esse tema.
Só quando eu cheguei lá, eu vi um monte de criança brincando com os com uma bola lá, o esgoto a seu aberto, com animal morto, com lixo. Aquela Aquela Todo aquele ambiente é insalubre para poder pegar aquele aquele menininho ou aquela menininha e fazer ela ser chegar sendo um médico, uma médica, a Toda estrutura é feita para a pessoa ficar presa ao bolso de família. E a gente precisa desfavorecer essas regiões. Tem região que não dá, que é em costa, por exemplo. Eu preciso retirar aquelas pessoas.
Mas eu não quero fazer habitacional, longe da cidade como é feito hoje. Eu quero botar essa pessoa no centro da cidade. Aqui em Recife, por exemplo, tem vários prédios abandonados da da União, do do governo do governo do Estado, da prefeitura, aonde é abandonado e usado só para violência, é crime, drogas. A gente reforma essa essa estruturas, pega essas pessoas que moram nas encostas, moram ali e outra coisa, aonde aquela pessoa morava, ninguém vai construir nenhum barraco mais ali.
A gente precisa mudar e acabar com a cultura da favela, como se isso fosse algo positivo. Como eu falei, eu nasci no Rio de Janeiro. Eu sei que é viver em uma Eu não nasci em na em Copacabana, não morava em Copacabana, eu morava em Campo Grande, um bairro abandonado e largado do Rio de Janeiro, que lá é controlada pela milícia. Eu não quero viver esse medo, eu não quero que nenhum pernambucano viva esse medo. E eu, como carioca, eu sei impedir isso, eu sei a cultura ruim do Rio de Janeiro, que tá aqui em Pernambuco, que eu quero tirar isso.
Os pernambucanos, como João Raquel, deixaram a e e todos esses grupos deixaram a cultura ruim do Rio de Janeiro chegar aqui. A gente não pode deixar isso, não pode naturalizar. O comando tem que vermelho do Rio. Eu não posso deixar o Comando Vermelho comandar essa cidade, essa regiões. Então, a gente tem que mudar a cultura do que da favela. A favela não tem que existir como cultura também. Então, esses lugares vão ter que precisar virar esses lugares vão virar bairros e as pessoas vão ter dignidade.
E eu quero a polícia, a educação nesse lugar de presente para nunca mais um jovem cogitar a ideia de eu vou para o tráfico. Não, você vai estudar, eu vou fazer a escola 360, eu vou educar o seu pai e sua mãe em relação à lei de escrever que muitos não não tem. Eu vou fazer com que a Eu quero fazer com que a escola volte a ser um centro dentro da família, para a família se reunir no jantar na mesa e falar sobre como é que foi a escola, como é que está na aula.
Eu quero fazer com que no final de semana a escola esteja aberta para ter atividades físicas, intelectuais, para a família participar junto com a criança, para a família estar junto na escola, voltar a ser um centro, ter competições municipais, ter competições estaduais, os melhores alunos ganharem bolsas. Eu quero pegar os melhores alunos em matemática, português e e transformar eles em monitores para dar aula de força para quem não tá indo bem em determinada matéria. Fazer um um um um ciclo completo e dá para fazer. Dá para fazer, só que falta criatividade.
O que eu tô falando, eu não tô inventando nada. Isso já existe, é aplicado nos nos principais países do mundo, países como a Índia que tá superando o Brasil em tudo, até o pensamento básico a Índia tá melhor hoje que o Brasil. Eu não tô criando a roda, eu só quero executar o que tá certo, só que existe uma falta de criatividade e de energia da classe política. E João Henrique são novos da minha geração que deveriam queriam pensar igual a mim, pelo menos, tentar algo novo, não tem esse pensamento.
A forma de fazer política é a mesma, porque eles representam uma velha política que a gente tá querendo destruir, quer dizer, destruir não, a gente tá querendo substituir. Então, eu convido você a fazer parte da missão, pra gente conseguir cumprir essa missão. Não dá para as pessoas continuarem vivendo em comunidades e favelas, é preciso morar em bairros e é isso que a gente quer fazer. Bom, aqui ao vivo estamos conversando com o candidato do missão, aqui é o governo de Pernambuco, Renan Alays e aqui em conexão também com a rádio do Grande Rio FM e Cabrobó.
Vamos chamar Mário Souza, nosso repórter que traz também um questionamento aqui para o sabatinado de hoje. Mário, bom dia. Seja bem-vindo. Fala, Néia. Bom dia para você. Bom dia para Carine. Pessoal de casa que nos dá o privilégio da audiência e também cumprimentar o candidato de hoje, o postulante do Partido Missão ao Governo do Estado de Pernambuco, Renan Alays. Muito bom dia, candidato.
A pergunta para o senhor é a seguinte: Muitos jovens do interior terminam o ensino médio precisam sair das suas cidades para encontrar oportunidades. Como o seu projeto pretende aproximar a educação profissional das necessidades das empresas e criar oportunidades para esses jovens permanecerem no interior. Muito obrigada, Mário. O candidato fica à vontade. Grande pergunta, grande pergunta. São dois passos. Primeiro, a gente precisa industrializar Pernambuco.
Ó, eu posso pegar exemplo Petrolina, o clássico, né? Fruticultura, indústrias em relação a a fruta. Eu posso pegar o Araripe, o Jêsus, Eu posso pegar a Vertente do Lério, o Calcário, eu posso pegar São Bento do Una. A maior São Bento do Una é a cidade em proporção em PIB, que é é o maior em agro. Mas em indústria é um dos piores, só tem 1% 2% só do PIB de São Bento do Una é a é indústria.
Então eu tenho a maior é produtora de ovos do Norte e Nordeste e eu não tenho uma fábrica ou uma indústria de albumina, eu não tenho uma fábrica ou indústria de skin care, porque a casca do ovo serve também como matéria-prima de produto de skin care ou o a banana em Machado de Vicente Ferrer Eu não tenho indústria e voltar da banana.
zona da mata, a gente tem a escravidão da cana de açúcar. A gente pode e é um uma das nossas propostas é lotear esses terrenos de cana de açúcar. Para diversificar, não é para as pessoas fazerem cana, não, é diversificação. Eu quero o cacau dá para fazer, é milho, é gado gado leiteiro. Pernambuco pode ser o maior o maior produtor de de leite é do do país, não Minas Gerais. Então assim, a gente tem que industrializar.
E depois de industrializar, a gente tem que criar mais marcas pernambucanas. Exemplo, a Pitu. Eu quero vender a Pitu para fora. A tequila não é lembrada por todo mundo pelo México, a gente não lembra do México com o Deba Tequila, porque existe uma Eles vendem uma cultura líquida. Eu quero vender Pernambuco líquido como cultura para fora, com a Pitu, um bolo de rolo, com com a marca de Petrolina em relação a, não sei, o sorvete por conta da da da fruta. A gente tem que criar isso.
Com isso, eu vou começar a gerar emprego e vincular a energia barata que eu vou pegar do sertão e oferecer essas empresas quando não quero oferecer mais eh isenção fiscal. Primeiro, porque é mais acordo político do que resultado. Segundo, porque a reforma tributária vai mudar tudo e o ICMS não vai ser mais cobrado pela produção, mas sim pelo destinatário. Então, a única atração que eu vou ter é infraestrutura e energia barata. Eu tenho isso. Quer dizer, eu só não tenho infraestrutura ainda, mas eu pretendo ter, que é ferrovia.
Com isso, as as empresas vão ter que trabalhar para ter energia limpa, linkar com as regiões. Eu quero, por exemplo, em uma empresa lá em Araçoiaba, eu eu quero que ela contrate e forme os jovens de lá, com curso técnicos para trabalharem nessas indústrias. E aí começar isso no Pernambuco todo, começar a mudar a lógica de a a criança vai entrar no curso técnico que vai ser financiado pela própria pela própria indústria, ela vai trabalhar na indústria, ela vai enriquecer na indústria e aí a gente começa a mudar toda a lógica de Pernambuco.
Só com isso a gente muda toda a lógica da polícia de Pernambuco. Porque as pessoas não vão mais votar porque vai receber o Bolsa Família. Ela vai votar no vereador e no prefeito porque ela quer melhoria na rua dela, ela quer melhoria e, é, e vê a cidade crescer e ter um shopping e aí tudo muda, o serviço aumenta, a qualidade de vida aumenta e a gente para de ser escravo de Brasília, a gente para de ser escravo da cana de açúcar, a gente para de ser escravo de um estado que parou de crescer há 30 anos. O meu problema de orçamento, é o meu problema não, né?
O problema de orçamento Pernambuco é o maior problema de todos, é o que impede eu contratar mais professores, mais médicos, mais policiais, de aumentar o salário de todo mundo, o que impede é porque eu não tenho orçamento e e tá sendo empurrado, porque não nunca teve em 30 anos uma estrutura, um pensamento, um planejamento de 30 anos de aumentar a economia de Pernambuco, de aumentar essa independência, por quê? Não, não, não existiu. Então assim, a gente tá estagnado e vai tá e vai continuar estagnado com o João Raquel, porque não existe esse planejamento.
Então assim, eu quero conectar as indústrias que eu quero trazer com a educação para linkar já o jovem para sair já com o curso técnico empregado. Se ele quiser fazer faculdade, ele vai fazer, mas pelo menos o custo técnico empregado e ganhar dinheiro, ele vai, ele já vai ter. E aí, eu não quero que mais o jovem seja escravo a ser Uber, nada contra o Uber, pelo contrário, mas não quero mais que o jovem seja escravo a entregar, é, em, em, em, entregar mercadorias, Uber ou iFood. Eu quero que o jovem saia com o custo técnico e sair empregado para prosperar.
E é aí que a gente vai salvar a próxima geração. Bom, vamos agora, né, a Santa Maria da Boa Vista, também conexão com a gente, né, essa retransmissão aqui da nossa Sabatina com o candidato Renan Albuquerque. o Anderson Guimarães, nosso repórter aqui da Boa Vista FM, traz também o seu questionamento. Anderson, bom dia. Bom dia a você, Néia, Carine, equipe Nossa Voz, candidato.
Santa Maria da Boa Vista tem um dos maiores potenciais agrícolas do sertão pernambucano, com a produção expressiva de frutas e a gente destaca aqui, por exemplo, banana e goiaba, mas são várias outras culturas. Mas os produtores enfrentam problemas sérios como desperdício de mercadorias, dificuldade de escoamento, e muitas vezes a questão da desvalorização desses produtos no momento em que vão comercializar.
Caso o senhor seja eleito, o governador de Pernambuco, queria saber quais as propostas que o senhor pretende implementar para fortalecer a agricultura daqui em Santa Maria, é, garantir melhores condições de comercialização e assim poder reduzir essas perdas de produção e aumentar a renda e a valorização dos agricultores. Candidato, fica à vontade para a sua resposta. Olha que Olha que legal. Santa Maria é a 13ª cidade que em PIB, em porcentagem, é agro.
Então assim, 30 35% mais ou menos de Santa Maria é agro, como ele falou. Só que indústria é nem 5%. Então, o que que a gente tem que fazer? A gente tem que investir em infraestrutura, tem que ter ferrovias. O A mercadoria tem que chegar rápido no swap para ser vendido para fora ou ser vendido aqui para o Brasil internamente. Com isso, a gente vai conseguir dar mais estrutura para quem para quem trabalha.
Outra coisa também, as ruas, as estradas são eh, não não são duplicadas, ou são ou são de terra batida e isso também perde muito mercadoria. A gente tem que investir em infraestrutura. E aí o que eu tô alertando é exatamente isso. A gente não tem orçamento para isso. A gente vai ter que se é muito criativo para ter esse orçamento.
Por isso que eu não quero Pernambuco escravo de Brasília, porque senão qualquer obra estrutural, eu vou ter que implorar para o presidente da república, independentemente se vai ser eu, João, Raquel e e a prova, mais uma prova, evidência é que tanto o João quanto o Raquel, a proposta deles é é ter o telefone do Lula. Eles não têm propostas, porque eles já tão em primeiro também, eles não vão se preocupar com propostas, não é mesmo? As pessoas já votam por por por orachismo, por ah eu gosto de eu gosto do amarelo, o outro gosto do lilás, do roxo. Então assim, a gente precisa resolver a questão do orçamento.
Então, o que eu pretendo fazer? Usar em em e eu não eu não tô falando de privatização, tá? Não tô falando de privatização, mas a gente vai ter que usar parceria públicos e privados para segurar a máquina o máximo possível, fazer reforma administrativa, uma reforma eh da previdência para reduzir o custo, para aumentar o orçamento e investir em infraestrutura. E não é só investir em infraestrutura, eu não posso ter desperdício nessas obras, eu preciso fiscalizar e ficar no pé. Porque senão, não adianta nada eu fazer uma ferrovia que era postar 5 bilhões, ia gastar 15 bilhões.
Porque eu teria feito três três Pernambuco precisa estar sobre trilhos e isso é algo do século XIX. A gente tá no século XVIII ainda, nem duplicação. Era para a gente tá discutindo a criação da BR 231, sei lá, por exemplo, liga o swap e passa por baixo, pegando ali, Serra Talhada, porque hoje Pernambuco ainda tá discutindo a duplicação da BR 232, que parou em São Caetano. Olha onde tá, São Caetano aqui do lado de Recife, pertinho aqui de Recife. 2 horas no máximo eu tô em São Caetano.
Então, a minha proposta é para, no caso, não só para Santa Maria, mas toda a região, ferrovia. Eu morei no Canadá, no Canadá existe o Code Transit, que é ligar, ele liga Toronto até Vancouver. Ele corta o país inteiro. Eu tô falando de cortar só Pernambuco. Pernambuco só tem 250 km de malha ferroviária. Portugal que tem o mesmo tamanho basicamente que que aqui, Pernambuco, lá tem 2.500 2.500 km. É É o básico que a gente quer fazer.
Então, a resposta é: Eu quero criar ferrovias, melhorar as condições da das estradas, para não ter esse desperdício e industrializar, para que em Santa Maria tem indústria da banana para poder vender uma marca com uma marca pernambucana, vender esse produto e melhorar a vida de todo mundo, porque hoje em Santa Maria 87% das pessoas estão no Bolsa Família. 87%. O senhor é contra o Bolsa Família? Não sou contra o Bolsa Família para quem precisa.
Eu sou contra o Bolsa Família como instrumento de de voto e como preguiça. Tem gente Tem homens de 25 anos recebendo o Bolsa Família. Esse cara tem que trabalhar. Esse cara não tem que ficar dependendo do Bolsa Família. O Bolsa Família tem que ser para quem realmente precisa. E o Bolsa Família precisa de uma porta de saída. Hoje a gente tem Bolsa Família, pé de meia, chapéu de palha e a vida melhorou? Porque alguém tem que pagar essa conta. Igual ontem o Lula falou que recuperou o dinheiro do MSS do governo MSS. Recuperou em quê?
Recuperou para quem Ele mandou o dinheiro, pagou quem foi roubado, mas alguém pagou essa conta. Quem pagou foi a minha geração. A minha geração tá pagando essa conta. A minha geração que tá Quem tá querendo produzir crescer no Brasil, tá pagando a conta do Bolsa Família, 87%. E olha olha que loucura. 87% do Bolsa Família é Santa Maria. Não quer dizer que as pessoas não tão trabalhando. A maioria ali trabalha informalmente. Logo, o Bolsa Família é um é um extra para um trabalho informal, onde vai acertar a previdência. Ó, olha a cadeia de problema.
Outras coisas que acontecem, às vezes o empresário sabe que a pessoa nunca ser fichada, a vez de pagar o salário mínimo, paga menos do salário mínimo, porque, ó, você já recebe Bolsa Família, eu vou te pagar R$ 1.000. E tá tudo certo. E a pessoa aceita.
Então assim, o Bolsa Família virou uma bengala para manter grupos políticos no poder, uma desculpa de eu estou cuidando do mais pobre, que é mentira, o mais pobre está ficando cada vez mais pobre e criou um estímulo em todo o Brasil de o brasileiro não tem o planejamento do futuro, porque não tem como você pensar no futuro recebendo R$ 700 por mês. Não tem como. Então via de estímulos, a consequência disso as pessoas que milhares de pessoas no Bolsa Família estão gastando dinheiro com a aposta, um bet. Por quê?
É estímulo, eu preciso tentar mudar de vida. Qual é a única chance que eu tenho de mudar de vida? Ganhar na loteria. Qual é o último O único estimulo que eu tenho? Ganhar na Bet. Acaba que acontece ao contrário, né? Porque a gente a gente limita as pessoas a viverem sempre naquele mundinho. Sendo que existe um mundo enorme com muitas possibilidades e que o político precisa trazer isso para a realidade e isso não tá acontecendo.
Ah, candidato, o senhor também promete ampliar a segurança hídrica, a irrigação eficiente, se externas e cobrar, né, os ramais pendentes de integração do São Francisco. Como governador, qual obra obra hídrica sobre sua responsabilidade, sobre responsabilidade estadual, o senhor conseguiria efetivamente iniciar e entregar em 4 anos?
E um outro ponto que a gente coloca, né, em meio a esse contexto como trabalhar a partir, né, da concessão dos serviços da Compesa que entra em vigor nos próximos dias. Tá, vamos lá. Primeiro, eu quero muito copiar o modelo que o MBL fez, que foi em em Saú, lá no Rio Grande do Norte, a gente criou um poço com energia solar.
E aí ali existe uma comunidade chamada comunidade Angélica, onde as pessoas ali são escravas também do bolso da família, não porque elas querem, porque é a única opção que elas tem ali. E aí o que que a gente fez? Com o poço a gente começou a irrigar ali e criou agro. Agora a gente tá já já já teve já a plantação da da alface e já vai começar a venda desse alface para a comunidade. Então criamos CNPJ da comunidade, então a comunidade vai começar a ter uma renda maior com o agro. Eu quero fazer isso aqui também.
Então a gente tem que terminar as obras, né, da transposição que até agora não foi concluída. A gente precisa permitir que essa água seja utilizada também para o agro, porque não é é só para uso eh para as pessoas, então a gente quer permitir para o agro também utilizar e, obviamente, fiscalizar. Não dá para a gente criar novas elites em várias regiões por conta do agro.
Precisa Precisa ser diversificado, por isso que eu falo, a gente quer conceder terrenos e aí a concessão não é dada, a gente quer conceder terrenos para famílias que estão no CadÚnico para produzirem e a vinculação da renovação desse contrato, dessa concessão, não vai ser votar em mim novamente. Vai ser vinculado à produtividade. Você foi produtivo, você vai ter mais 5 anos. Até chegar um ponto, você diz: “Olha, já tem 20 anos de contrato, agora você realmente é muito produtivo, toma aqui o terreno, agora o terreno é seu”.
A gente quer fazer com que o pernambucano tenha possibilidade, que também falta isso, de trabalhar. Então, a questão da hídrica, a gente vai atuar nisso, em relação ao poço, em relação também a terminar a terminar a transposição e liberar para poder utilizar pelo água. A A sua segunda pergunta é importante, eu esqueci, perdão, era sobre A concessão da Compensa, dos serviços da Compensa. Aí eu vou falar agora de privatização. Existe uma discussão idiota no Brasil que privatiza ou não privatiza, como fosse a solução. Não é a solução.
Privatizar não é a solução. A gente já teve já como movimento no passado a ideia de tem que privatizar tudo, a gente não defende mais isso. Eu como governador, eu acredito que eu tenho que gerir as empresas, isso para mim é seria o melhor se fazer, então eu quero ter o controle da Compensa para poder legaria com Teseu. Só que a privatização virou uma regra no país, tanto é que o próprio PT do Lula, que sempre disse que é contra, tá querendo tá obrigando a privatização do metrô aqui de Recife. Por quê? De novo, problema orçamentário.
Como tanto o governo federal tem problema orçamentário, cheio de dívida, cheio de corrupção e aqui Pernambuco também não tem dinheiro, não tem como a gente discutir uma atuação pública e investimento público. Então, eu não tenho eu não, nenhum governador vai ter capacidade, por exemplo, de não ter o metrô aqui de Recife bancando sozinho estadual. E nessas loucuras dessas desses debates idiotas hoje, desculpa a palavra, como o João Emanuel ou até o Ivan Morais, que é o meu concorrente, é o governo, de não, vamos estatizar o transporte público e deixar de graça. É uma discussão que não existe agora.
Se eu conseguisse Vamos dar exemplo. Se tem 20 anos eu conseguisse dobrar o orçamento, a gente o nosso plano funcionasse, a gente dobrasse o nosso orçamento para 20 anos, invés de 60 bilhões tivessem 120 bilhões, se tivesse 60 bilhões para investimento, a gente eu seria contra, mas aí sim, a gente poderia discutir transporte público de graça. Eu sou contra, não dá certo. O mundo já provou isso, mas a gente poderia pelo menos discutir. Não existe essa discussão hoje. Então a compensa hoje realmente a gente precisa fazer concessão. Então como é que seria?
Conceder o que é lucrativo e fiscalizar a compensa onde não é lucrativo a terminar a obra. A gente precisa terminar e cumprir o marco legal do saneamento básico, que o PSB e o João Canto foram contra. Para isso precisa de fiscalização. Se eu vou conceder, o Estado precisa fiscalizar. Por Por isso que eu vou criar também a minha secretaria. O que acontece hoje? Concede para iniciativa privada e fica por isso mesmo. E aí se vir alguma notícia que melhorou um pouquinho tal lugar, aí não diz assim: “Olha lá, tá dando certo”. Não, não tá dando certo.
É só o acaso que uma região tá dando certo, mas precisa existir a fiscalização. Hoje não existe isso. Hoje é só concessão por concessão e eu não acho que esse é o caminho. Tem que Tem que ter a concessão por obrigação e fiscalização. Candidato, o nosso tempo aqui já chegando ao final tal, né? Mas vamos contar a partir de agora aqui, já agradecendo antecipadamente a sua participação aqui nas rádios do Sistema Grande Rio de Comunicação.
Desejar sorte aí também na sua campanha e estipulamos aqui 5 minutos para as suas considerações finais, contando o tempo a partir de agora, candidato. Primeiro, eu quero muito, de verdade, de coração, agradecer. A gente é ainda desconhecido, porque o nosso partido só tem não tem nem um ano ainda. Claro, o movimento já existe há 10 anos com a MBL, mas o partido em si tem, como instituição, tem menos de 1 ano. É muito importante a jornalismo, principalmente no interior. Eu vejo que muitas, muitas cidades do interior não tem nenhum jornalismo, basicamente os jornalistas são comprados pelos prefeitos e isso é um outro problema também. Na verdade não é nenhum não é nenhum jornalismo comprado no interior. Na verdade os prefeitos estão comprando blogs de fofocas e isso atrapalha justamente o jornalista sério. Por quê? O jornalista tem várias funções para cumprir, tem várias responsabilidades, checagem de fatos e esses blogs não tem responsabilidade nenhuma, ganham milhões das prefeituras e os prefeitos continuam sendo reeleitos.
Eu vou dar um exemplo aqui em Olinda, a prefeita comprou todas as páginas de de notícia, ela foi reeleita. Ela pagou muito por essas páginas. E então assim, eh o jornalismo eu quero agradecer. A missão é uma alternativa e o única via para um país diferente. E essa é a realidade. E é triste dizer isso. É só você comparar os outros partidos. E eu não tô falando de ideologia agora, eu tô falando de ver o que acontece no PSB, no PSD, PDT.
O O que que eles defendem? O PSB, por exemplo, de Raquel, Raquel tá pondo Lula e não o Caiado. O PSB PSD no Sul, apoia o Bolsonaro. O PSD aqui, no Nordeste, apoia o Lula. Não apoia nem o Caiado, apoia o Lula. Olha, olha que que que loucura, não existe um plano. Nós temos um plano. E para isso, você precisa fazer parte do nosso projeto. Não é só votar 14, eu preciso que você faça parte. Em 28, eu vou precisar de vereadores, de prefeitos. E eu não quero criar uma nova oligarquia, eu quero que você seja o nosso candidato. Eu quero que você seja a nossa voz.
Obviamente, você precisa conhecer o livro amarelo, conhecer nossas propostas, fazer sentido para você. E se fizer, a gente vai trabalhar em conjunto. E assim tem que ser ou hoje, conflertando nas ruas, como aconteceu ontem, estava na zona da da Mata Norte, eu sinto que assim, eu falo a proposta, talvez você também esteja passando por isso agora me ouvindo, concorda, pô, faz sentido. Só que no olhar das pessoas, eu vejo que as pessoas estão sem esperança. Porque a política está a política atual está matando a política.
Não existe mais política, tanto que os candidatos não vão mais para debate, os candidatos não os candidatos Lula e Bolsonaro mandam os cães deles brigarem na internet e é uma brigalhada a a a 10 anos brigando, brigando, brigando, botando familiar contra familiar e agora que é para eles se enfrentarem na televisão, eles fogem.
É esse país que a gente quer, a gente é um a gente quer um país onde hoje 60% dos pernambucanos estão no Bolsa Família, escravos do Bolsa Família, não tem uma porta de saída, escravo de Brasília, a gente vai ficar dependendo de escravo o tempo inteiro. Então assim, eu convido você a conhecer o nosso partido, seguir Renan Alays BE no no Instagram, seguir Renan Santos, MBL no Instagram, seguir a Missão Pernambuco também, os nossos candidatos estão lá Eu quero pedir o seu voto para os nossos deputados.
Aí, como eu falei em Petrolina, tem o Eric, eu quero pedir o seu voto para os nossos candidatos deputados federais e estaduais. Nós precisamos mudar o que como fazer política em Pernambuco. Nós estamos dispostos a sacrificar e não fazer essa velha política. A gente não vai comprar seu voto. A gente não vai comprar para ficar comprando apoio. A gente não vai ficar te enganando. A gente vai Eu vou falar também como eu falei das propostas que são impopulares como as de reformas administrativas e e da previdência. Só que para isso a gente precisa oxigenar a política.
Não dá mais para ser sangue azul, não dá mais para ser é sempre os mesmos ou as mesmas famílias. Então, convido você a fazer parte do nosso projeto. Entre na política. Vamos mudar Pernambuco, vamos mudar o país. Você tem capacidade disso. E juntos, não como indivíduo, como é hoje na política, é cada indivíduo tem a sua cabeça. Não, como um grupo, como um partido, a gente vai tocar o nosso plano e vai transformar tanto Pernambuco quanto o país glorioso e poderoso. E você vai fazer parte disso. Então, não tem esperança, não desista.


