
Em entrevista à Grande Rio FM no São João de Petrolina, nesta quarta-feira (24), o diretor-presidente da Agência Municipal de Vigilância Sanitária, Acácio Andrade, ressaltou que casos estão relacionados, na verdade, ao consumo excessivo de álcool e orientou sobre como identificar sintomas de intoxicação alcoólica
Após emitir nota de alerta sobre o registro de casos de intoxicação alcoólica no São João de Petrolina, o diretor-presidente da Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS), Acácio Andrade, em entrevista à Grande Rio FM, no pátio Ana das Carrancas na noite desta quarta-feira (24), explicou que os casos registrados, 13 somente na última terça-feira (23), não têm relação com ingestão de metanol. A declaração foi dada após o município divulgar, na última segunda-feira (22), a notificação da morte de um homem de 32 anos em 19 de maio, vítima de intoxicação por metanol e acender o alerta na população.
“É muito importante destacar que não existe, hoje, nenhuma relação dessas intoxicações com o caso de metanol. São intoxicações onde as pessoas passaram da medida no consumo e aí a gente, enquanto vigilância, acende o alerta para que a gente possa conversar, tanto com os hospitais, quanto com a população, para saber diferenciar qual é esse processo de sinais relacionados à intoxicação por metanol e os sinais relacionados a uma intoxicação simples que seria por um consumo excessivo de álcool”, disse Acácio Andrade.
Ele orientou sobre como proceder em caso de intoxicação. Disse que é importante procurar um médico imediatamente e também levar o rótulo da bebida que foi consumida para que os profissionais de saúde possam saber sobre a procedência e a composição do líquido.
“Consumiu bebida destilada e apresentou algum sintoma neurológico como visão turva, perda da visão, tontura, até mesmo desmaio, precisa procurar o serviço de saúde o quanto antes e levar o máximo de informação possível, principalmente, onde foi consumida a bebida e qual foi o tipo de bebida para que a gente possa agir de maneira oportuna e fazer com que a gente possa apreender a possível bebida que veio a causar esses tipos de problema”, alertou Acácio Andrade.
O diretor-presidente da Vigilância Sanitária também informou sobre os canais de denúncia para a população sobre a venda de bebidas falsificadas, de procedência duvidosa. A população pode ajudar denunciando pelo WhatsApp: (87) 3983-6409 ou pelo QR Code disponível na base do SAMU no evento. Ele ressaltou que equipes estão atuando no Pátio de Eventos Ana das Carrancas e no stand do SAMU para fiscalizar e atender possíveis ocorrências.


