Pernambuco registra saldo de 6.162 empregos formais em junho e ultrapassa 21 mil vagas no primeiro semestre de 2026

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Foto: Gabriel Santana/Sedepe

Estado ocupa a 2ª colocação no Nordeste e a 7ª posição no Brasil na geração de empregos formais em junho, segundo dados do Novo Caged

Pernambuco encerrou o mês de junho de 2026 com saldo positivo de 6.162 empregos formais, resultado da diferença entre 57.893 admissões e 51.731 desligamentos registrados no mercado de trabalho com carteira assinada. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Com o desempenho registrado no mês, Pernambuco alcançou a 2ª colocação entre os estados do Nordeste e a 7ª posição no ranking nacional de geração de empregos formais, considerando as 27 unidades federativas. O resultado representa o sexto mês consecutivo de saldo positivo no mercado formal de trabalho em Pernambuco em 2026.

No mês, o Estado apresentou uma taxa de conversão de 10,6% das admissões em saldo líquido de empregos, percentual superior à média nacional, de 6,5%, e próximo à média regional do Nordeste, de 10,9%. O salário médio de admissão registrado no período foi de R$ 2.016,63.

No acumulado de janeiro a junho de 2026, Pernambuco contabiliza 21.411 novas vagas com carteira assinada, ocupando a 3ª posição no Nordeste e a 13ª colocação no Brasil. Desde janeiro de 2023, o Estado acumula 204.732 empregos formais gerados, considerando os dados do Novo Caged.

De acordo com os dados do Novo Caged, o setor de Serviços liderou a geração de empregos em junho, com saldo de 3.400 vagas, seguido pela Indústria de Transformação, com 1.177 postos, pelo Comércio, com 1.190 vagas, e pela Construção Civil, com 554 novos empregos formais.

Entre as atividades econômicas que mais contribuíram para o resultado de junho, destacam-se as Atividades Administrativas, com saldo de 2.178 vagas, o Comércio, com 1.190 postos, a Indústria de Transformação, com 1.177 empregos, e a Construção Civil, com 554 oportunidades.

No acumulado do primeiro semestre, a Construção Civil liderou a geração de empregos formais em Pernambuco, com 10.682 vagas, seguida pelas Atividades Administrativas, com 6.794 postos, Saúde, com 4.326 empregos, e Outras Atividades de Serviços, com 3.946 vagas.

O desempenho positivo também foi registrado em diferentes municípios pernambucanos. Em junho, Recife liderou a geração de empregos, com saldo de 2.651 vagas, seguido por Petrolina, com 406 postos, Jaboatão dos Guararapes, com 291 empregos, Caruaru, com 276 vagas, e Paulista, com 210 novos postos formais.

No acumulado de janeiro a junho, Recife também aparece como principal município gerador de empregos, com 12.402 vagas, seguido por Petrolina, com 3.831 postos, e Caruaru, com 3.337 empregos formais.

Para o secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Diogo Alexandre, os resultados refletem a movimentação do mercado de trabalho pernambucano e a importância das ações voltadas à qualificação profissional e à aproximação entre trabalhadores e oportunidades.

“Os dados do Novo Caged mostram um resultado consistente do mercado de trabalho pernambucano, com seis meses consecutivos de saldo positivo em 2026. O desempenho registrado em junho reforça a importância da qualificação profissional, da intermediação de mão de obra e da ampliação do acesso às oportunidades de emprego formal. Seguiremos fortalecendo essas ações para aproximar trabalhadores das vagas disponíveis no Estado.”

Segundo levantamento técnico do Observatório do Trabalho, os indicadores da PNAD Contínua apontam redução da taxa de desocupação em Pernambuco, que passou de 11,6% para 9,2%, além da redução da informalidade, de 47,8% para 45,6%, reforçando a evolução dos indicadores relacionados ao mercado de trabalho estadual.

Os números do Novo Caged são divulgados mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego e consolidam informações sobre admissões e desligamentos de trabalhadores com carteira assinada em todo o país, sendo um dos principais indicadores para acompanhamento do emprego formal brasileiro.

Ascom Sedepe