A definição da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra ganhou um novo capítulo após reunião realizada ontem (06) com dirigentes nacionais da federação União Progressista. No encontro, a cúpula da federação pediu um prazo de 48 horas para fechar uma posição sobre o quadro político em Pernambuco.
Segundo o blog de Edmar Lyra, participaram da conversa o presidente nacional da federação, Antonio Rueda, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, os deputados federais Eduardo da Fonte e Fernando Filho, além de André Teixeira.
Durante a reunião, Raquel Lyra deixou claro que não pretende mexer na vice de sua chapa de reeleição, sinalizando a manutenção de Priscila Krause. A governadora também afirmou aos dirigentes que, em dois momentos, ofereceu as duas vagas ao Senado para a federação, mas que houve recusa por parte da direção estadual.
Segundo a avaliação apresentada pela governadora, a partir dessa negativa houve a definição de outros movimentos na montagem da chapa. Túlio Gadêlha, que se filiou ao PSD, passou a ser tratado como nome para o Senado, enquanto a outra vaga foi ofertada a Miguel Coelho.
Ainda de acordo com o relato da reunião, Raquel questionou diretamente Ciro Nogueira e Antonio Rueda sobre o apoio formal da federação à sua reeleição e também se haveria chancela ao nome de Miguel Coelho para a composição majoritária.
Os dirigentes nacionais ouviram as ponderações da governadora e solicitaram um prazo de 48 horas para que a federação tome uma decisão. Com isso, o grupo terá de definir se fecha posição em torno de um nome para a chapa ou se opta por seguir com candidaturas avulsas.



